
A Mesa de Negociação Permanente (MENP), criada pelo governo do Piauí, realizou na última segunda-feira (1°) mais uma reunião entre representantes do Sindicato dos Servidores da Educação Básica do Piauí (SINTE-PI) e do Governo do Estado. No encontro, foram dados passos decisivos rumo à modernização do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da categoria.
O presidente do SINTE-PI, Regional de Picos, João Antônio, falou sobre os pontos discutidos na reunião. Segundo ele, a minuta do plano já foi apresentada.
“Desde o ano passado, o SINTE estadual vem se reunindo com a cúpula do secretariado do governo Rafael Fonteles. [...] E aí dia 1° foi discutido vários pontos do segmento do que já tinha sido tratado em reuniões anteriores. [...] Uma discussão em torno do plano tratou e colocou já lá a minuta do plano, assegurando alguns pontos importantes para os servidores. Um outro ponto também importante é colocar os profissionais da educação nesse plano, assegurando que os aposentados também possam usufruir desse plano.", afirmou.
“O plano é muito delicado. Tem várias frentes a ser debatido, porque um plano é feito com a vida. No entanto, foi discutido esses pontos, mas ainda não entrou naqueles pontos essenciais, como o financeiro, [por exemplo]. Estão discutindo o estrutural, mas acredito que na próxima rodada de negociação deve ser discutido o financeiro, a valorização, que é o que nós esperamos.”, completou.
João Antônio ressaltou a expectativa da categoria para a aprovação do material.
“Todo mundo está ansioso para que esse plano seja aprovado logo. A gente fica preocupado é de chegar a eleição e ele não ter sido aprovado. Mas eu espero que na próxima rodada de negociação, que vai ser no dia 30 de junho, a gente possa ter mais definições, que o plano seja mais detalhado e que se chegue, de fato, direto aos percentuais, porque é isso que nós queremos.”, ressaltou.
Além disso, o presidente comentou a preocupação com a demora para a aprovação.
“Eu espero que na próxima rodada de negociação se as coisas não se aprofundarem mais [pelo menos] sejam mais detalhadas. Eu acredito que o SINTE vai tomar uma nova postura diante desta mesa de negociação. A gente sabe que se passar o período eleitoral e esse plano não for aprovado, nós vamos conviver sem esse ele.”, declarou.
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