
O descarte irregular de resíduos em Picos tem se tornado um problema cada vez mais visível e preocupante. Pneus e peças de oficinas mecânicas são frequentemente jogados no leito do Rio Guaribas, enquanto colchões, móveis e outros materiais de grande porte aparecem abandonados em vias públicas. Essa prática compromete não apenas a estética da cidade, mas também a saúde pública e o meio ambiente.

Barreira ambiental
O Rio Guaribas, que deveria ser um espaço de preservação, vem sendo transformado em depósito de resíduos por parte de oficinas e cidadãos que ignoram os impactos dessa atitude. Pneus acumulados favorecem a proliferação de mosquitos transmissores de doenças e poluem o curso d’água, agravando um problema que já é histórico na região.
Ruas como depósito
Colchões, sofás e eletrodomésticos descartados em calçadas e terrenos baldios revelam a falta de consciência de parte da população. Esses objetos, além de dificultarem a circulação, tornam-se criadouros de insetos e roedores, aumentando os riscos de doenças e acidentes. O espaço público, que deveria ser de convivência, acaba se transformando em depósito improvisado.

Falta de fiscalização
Apesar da gravidade da situação, a fiscalização em Picos ainda é insuficiente. A ausência de medidas punitivas efetivas contra quem descarta irregularmente reforça a sensação de impunidade. Sem fiscalização e sem penalidades, o problema se perpetua, colocando em invisibilidade a responsabilidade individual de cada cidadão em manter a cidade limpa.
Responsabilidade coletiva
Manter Picos limpa não é apenas dever da administração pública, mas também de cada morador. O descarte irregular de pneus, colchões e outros materiais é reflexo da falta de consciência coletiva. A cidade só será mais saudável e agradável quando cada cidadão assumir sua parte na preservação dos espaços comuns.




