
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é atualmente a terceira principal causa de morte no mundo, ficando atrás apenas da doença isquêmica do coração e da Covid-19. Além disso, a doença é a que mais causa incapacidade no mundo.
Popularmente conhecido como "derrame", o AVC tem duas formas principais de manifestação e as duas impedem o cérebro de receber oxigênio e nutrientes, o que pode causar danos irreversíveis.
Apesar de a doença ser mais frequentemente associada a idosos, a incidência entre jovens e adultos tem crescido. Estima-se que 13% dos casos de AVC ocorram em pessoas com menos de 50 anos, refletindo uma tendência global, com destaque para países em desenvolvimento. Os números vêm crescendo desde a pandemia.
No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, em 2023 foram registrados 1.190.100 atendimentos pela doença, dos quais 42.188 foram em pessoas de até 25 anos. Já em 2024 foram 1.354.007 atendimentos, sendo 47.476 em pessoas de até 25 anos.
Com relação ao número de óbitos, em 2023 foram registrados 87.283 óbitos entre indivíduos com 25 anos ou menos, destes 75 foram em decorrência de AVCs. Em 2024, dados preliminares indicam 43.524 óbitos entre jovens, sendo 32 por AVC.
Diversos fatores contribuem para o aumento do risco de AVC, especialmente entre os mais jovens. Entre os principais estão: Hipertensão arterial, Diabetes, Tabagismo, Obesidade e Consumo excessivo de álcool.




