
A amamentação é uma prática recomendada mundialmente para o desenvolvimento saudável de crianças até os dois anos de idade ou mais, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Por isso, tornou-se o tema central da campanha Agosto Dourado, instituída por Lei e celebrada oficialmente nesta sexta-feira (01), Dia Mundial da Amamentação.
A cor dourada se refere à classificação do leite como um “alimento ouro”, ou seja, indispensável para a nutrição dos bebês. Além de promover o vínculo entre mãe e filho, o leite materno é essencial para a prevenção de diversas doenças e atua como uma forma de proteger o cérebro da bebê.
Segundo o médico neonatologista, Maurício Magalhães, o leite materno é condiderado uma estratégia de neuroproteção, pois além do desenvolvimento do cérebro, ele também contribui para evitar o surgimento de possíveis complicações que possam surgir ao longo dos primeiros anos de vida.
O alimento é essencial para compartilhar os nutrientes necessários na prevenção de diarreias, infecções respiratórias, alergias e evitar tendências à obesidade, por exemplo. Dados divulgados pela OPAS também apontam que bebês alimentados pelo leite materno se tornaram adultos com indicadores 3,4 pontos acima da média no desenvolvimento cognitivo.
O Ministério da Saúde reforça esse dado e mostra que a amamentação também traz reflexos na redução da mortalidade infantil. Segundo o ministério, o aleitamento pode reduzir em até 13% o risco de morte de crianças menores de cinco anos.




