
Nesta quinta-feira, 8 de janeiro, é celebrado o Dia Nacional do Fotógrafo. A data foi escolhida porque neste dia, em 1840, o primeiro equipamento de registro fotográfico chegou ao Brasil (o daguerreótipo).
Ao longo dos anos, a fotografia evoluiu e se adaptou às mudanças tecnológicas até chegar ao que conhecemos hoje. Sobre a data e a importância da profissão, o portal Grande Picos conversou com a fotógrafa Auzení Santos, que atua em Picos há 28 anos e, atualmente, trabalha através do laboratório Js & Auzeni Fotografias.
“A fotografia é um registro para a eternidade. Você conseguir captar um momento significante para a pessoa, registrá-lo e deixá-lo como uma coisa eterna é muito gratificante. [...] Eu comecei muito nova. Tenho um tio que era fotógrafo e acho que vendo ele [foi que] começou aquela vontade [de fotografar]”, destacou.

Auzení Santos explicou que o mercado fotográfico é um dos mais exigentes para se trabalhar, principalmente devido às constantes mudanças das tecnologias. O profissional precisa manter-se sempre atualizado sobre os conhecimentos e as inovações da área.
“É um mercado exigente demais. Hoje, então nem se fala. É uma profissão que requer estudo, inovação e pesquisa de mercado. Você tem que ir inovando sempre tanto em conhecimento, porque tem os programas e as atualizações desses programas são semanais, quanto em equipamentos. Ou você se atualiza ou você fica para trás”, explicou.
Outro desafio apontado pela fotógrafa é a concorrência, uma vez que o número de profissionais segue crescendo. Ela destacou as características essenciais para manter uma carreira na área.
“A fidelidade, a humildade e o profissionalismo. [...] A qualidade é o que lhe mantém de pé em um mercado tão exigente. Os eventos mais exigentes e procurados são do mercado de casamento e formatura porque hoje tem muita gente fazendo o trabalho de fotografia”, afirmou.
Por fim, ela deixou uma dica para as pessoas que se interessam pela profissão.
“Que seja um bom profissional e tenha um olhar mágico que consiga ver o longe e trazer para perto", concluiu.
Entrevista completa:




