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Ações de combate ao mosquito Aedes aegypti são reforçadas em Picos

Diretor do Centro de Zoonoses, Agenor Martins, destaca rotina de visitas e alerta para cuidados redobrados durante todo o ano.

Por: Fabricia Rivas Fonte: Grande Picos
07/05/2025 às 12h28 Atualizada em 07/05/2025 às 12h46
Ações de combate ao mosquito Aedes aegypti são reforçadas em Picos

 

O município de Picos tem registrado um crescimento nos casos de dengue, e as autoridades de saúde estão reforçando as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. De acordo com o diretor do Centro de Zoonoses de Picos, Agenor Martins, os trabalhos de controle estão sendo intensificados com foco na prevenção e eliminação de novos focos do mosquito.

“Com relação ao controle da dengue e chikungunya, nossos trabalhos são rotineiros. Diariamente, os agentes de controle de endemias percorrem imóveis residenciais, comércios, terrenos baldios e outros espaços, com o objetivo de detectar focos do mosquito. Uma vez identificados, os agentes orientam os moradores e o município é acionado para tomar as medidas necessárias”, explicou Agenor.

Ele confirmou que a cidade já apresenta diversos casos. “Quando um caso é registrado, somos informados e realizamos imediatamente um bloqueio químico na área, cobrindo um raio de 150 metros ao redor da residência da pessoa infectada. Essa ação ajuda a impedir que o mosquito continue se espalhando.”

A vacina contra a dengue, segundo o diretor, é considerada a forma mais eficaz de prevenção. No entanto, ele alerta para a limitação no acesso. “A vacina é a melhor forma de prevenção que existe. Porém, infelizmente, ainda não está disponível para toda a faixa etária nem para todos os municípios do país.”

Mesmo com um período chuvoso irregular na região, o risco de proliferação do mosquito continua alto. “O pico de casos geralmente ocorre entre os meses de abril e maio, mas é previsível que casos de dengue surjam durante todo o ano. Isso acontece porque muitas pessoas ainda deixam recipientes com água parada em casa, o que favorece a reprodução do mosquito”, disse Agenor.

Ele reforça que o mosquito precisa apenas de água limpa parada para se proliferar. “Se houver água, haverá mosquito. E se houver vírus circulando, a doença se espalha. Por isso, os cuidados devem ser mantidos constantemente.”

O diretor finaliza com um apelo à população: “Não podemos afrouxar os cuidados. É preciso eliminar qualquer foco de água parada e não dar abrigo ao mosquito. A prevenção começa dentro de casa.”

O Centro de Zoonoses segue com seu trabalho de campo diariamente, mas lembra que o sucesso no combate à dengue depende também da colaboração de cada cidadão.

 

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