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Adnaid Rufino critica decisão da comissão eleitoral do Sindserm

Adnaid Moura Rufino diz que ao invés de recorrer da decisão vai protocolar outra chapa com mudanças em alguns cargos.

Adnaid Rufino - Foto: José Maria Barros/GP1

A professora Adnaid Moura Rufino, que teve a sua chapa indeferida pela comissão que coordena as eleições para o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Picos (Sindserm), criticou a decisão. Ela disse que a disputa é livre e todos os filiados que desejarem têm o direito de concorrer ao pleito, que acontece no próximo dia 17 de janeiro.

Adnaid informou ainda que, ao invés de ingressar com um recurso que será julgado pela mesma comissão, vai formar uma nova chapa trocando alguns nomes, principalmente aqueles que a comissão alegou que não residem em Picos e, por isso, foram indeferidos.

“Acho um absurdo isso! Como é que eu pago o sindicato, está lá todo mês registrado independente de onde eu moro e não posso participar de uma chapa, concorrer às eleições? – questionou Adnaid Rufino, que encabeça a chapa “Juntos somos mais fortes”.

Segundo a professora, o estatuto que trata sobre esse ponto foi modificado em agosto desse ano, mas isso já deveria ter sido revisto, pois, em sua opinião, prejudica os concorrentes. Isso porque existem muitos servidores de fora, de outras cidades como Francisco Santos e Santo Antônio de Lisboa, por exemplo, que são filiados ao Sindserm de Picos.

“Existem muitas pessoas de outros municípios que vêm trabalhar todos os dias em Picos, são filiadas ao sindicato, pagam regularmente a sua contribuição e agora são impedidas de disputar a eleição. Isso é inadmissível” – ressalta Adnaid Rufino.

Além do mais, acrescenta Adnaid Rufino, no estatuto do Sindserm não exista nada que impeça qualquer pessoa que mora em outra cidade disputar uma vaga no conselho fiscal, mas sim, na diretoria executiva. “Sei que nós temos razão, mas quem vai julgar são as mesmas pessoas que indeferiram a nossa chapa, por isso não adianta entrar com recurso” – reconhece a professora.

Ela diz também que a data da eleições deveria ser mudada e defende que o pleito aconteça no período do ano letivo, quando os servidores estão no trabalho e certamente compareceriam em maior número às urnas. “Essa data de 17 de janeiro, período de férias, foi para dificultar a participação dos filiados” – acusa Adnaid Rufino.

Por fim ela sugere que deveriam ser colocadas urnas em unidades escolares e até em postos de saúde para facilitar os eleitores, já que a sede do Sindserm, único local de votação, é de difícil acesso.

FONTE: GP1