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Criado para bancar campanhas políticas com recursos públicos, o fundo eleitoral tirou R$ 472,3 milhões originalmente destinados para saúde e educação neste ano. Inicialmente os deputados federais e senadores disseram que iriam poupar essas áreas.

Um levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que foram R$ 350,5 milhões remanejados da saúde e R$ 121,8 milhões da Educação. O valor corresponde à transferência do dinheiro das emendas para gastos com as campanhas eleitorais. O fundo se mostra como uma alternativa à proibição de doações empresariais.

No total, o fundo vai receber R$ 1,75 bilhão. Desse valor, R$ 1,3 bilhão sairá das emendas de bancada e R$ 450 milhões da isenção fiscal de rádios e TVs para veicular programas partidários.

De acordo com a Revista VEJA, o valor retirado da Saúde para o fundo seria capaz de construir 159 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) com sete leitos médicos e atendimento médio de 150 pacientes por dia ou financiar 859 Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

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