O secretário estadual de saúde, Florentino Neto, afirmou, em entrevista à TV Clube, que não existe indicativo de desabastecimento de oxigênio no Piauí. Entretanto, o gestor informou que o uso do insumo será mais racional para evitar que o estado viva o mesmo cenário enfrentado pelo Amazonas.

O gestor se reuniu com o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Gilberto Albuquerque, e com representantes da fornecedora do gás no estado, na manhã desta sexta-feira (19), para traçar estratégias que evitem o desabastecimento.

“Estamos buscando auxiliar a fornecedora de oxigênio na logística da distribuição. Fizemos o transporte por meio dos nossos veículos da secretaria e conseguimos uma parceria com o Exército Brasileiro, que vai nos auxiliar no transporte para o Norte do estado”, explicou Florentino.

Além disso, a secretaria vem aumentando a capacidade dos reservatórios do gás em diversos hospitais. “Aumentamos o tanque de oxigênio no Natan Portela, no hospital de Piripiri. Colocamos um tanque no HPM, no hospital de Luzilândia, Esperantina, São Raimundo Nonato e Barras”, disse o secretário.

“Todas as providências foram tomadas para que a gente melhore o armazenamento de oxigênio nos hospitais”, completou Florentino.

Fila de espera

Apesar de ser alto o número de pessoas na fila de espera por leitos no Piauí, o secretário comunicou que houve uma queda de pessoas à procura de vagas de quinta (18) para sexta-feira (19).

“A fila de procura por leitos no Piauí estabilizou. Ontem, nós tínhamos 158 pacientes e hoje nós temos 152. Isso é significativo, porque todos os dias nós tínhamos um aumento de pelo menos 30 pacientes nesta fila. Isso é um leve alento”, comentou Florentino Neto.

G1 PI