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Ação social leva atendimento médico, jurídico e religioso para a penitenciária masculina de Picos

Ações de evangelização emocionaram os detentos (Fotos: Daniela Meneses)

O Projeto Social Impacto Sertão Livre em Picos teve início em Picos desde o dia 10 de janeiro e está desenvolvendo diversas atividades no município. Durante os dez dias de evento o projeto atrai voluntários como médicos, advogados, dentistas, psicólogos, psiquiatras, artistas, administradores de cursos profissionalizantes com intuito de atender as demandas solicitadas pela população.

Na manhã de hoje (16) foi a vez da Penitenciária José de Deus Barros receber as ações da equipe que integra o projeto. A população carcerária recebeu atendimento médico, onde foram realizados testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites. A Defensoria Pública do Estado prestou atendimento jurídico e foram desenvolvidas ainda ações de evangelização.

O diretor da unidade prisional, Sinval Hipólito, fala da importância de os presidiários serem incluídos nessas atividades sociais. “Nós entendemos que é de grande importância para os detentos dessa unidade prisional, e nós hoje estamos com 462 detentos e quando vem um profissional da Defensoria Pública, profissionais da saúde, que vêm somar com a questão do problema de saúde de cada um detento dessa unidade, que tem essa preocupação, isso nos traz alegria e nos traz benefício, não só para o detento, como também para a direção do presídio”.

Ações de evangelização emocionaram os detentos (Fotos: Daniela Meneses)

A defensora pública estadual Maria Teresa Correia afirmou que na visita ao presídio serão prestados trabalhos de assessoria jurídica, que será feita uma consulta processual, verificação dos processos que estão em curso, processos de execução e de conhecimento que ainda não foram julgados.

Maria Teresa é defensora pública estadual

O diretor executivo do Instituto Livres, Clever Murilo, fala sobre as ações em Picos e o intuito de levar, não só atendimento médico e jurídico à penitenciária, mas também, a evangelização aos detentos.

“O que a gente pode trazer para essas pessoas? Uma palavra de esperança, uma palavra de regeneração, um acolhimento, um abraço. Eles também são pessoas e eu acredito que eles também sentem falta de apoio da sua família e de alguma maneira, precisam ser acolhidas”, pontuou Clever Murilo.

Amanhã (16), a penitenciária feminina de Picos receberá os mesmos trabalhos que foram realizados na José de Deus Barros.

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