Profissionais marcam nova paralisação - Foto: Reprodução

Os médicos da rede estadual de saúde decidiram na noite da terça-feira (10) fazer uma nova paralisação de advertência no dia 17 de outubro. A categoria não aceita a implantação do ponto eletrônico da forma atual por parte da Secretaria de Administração. O Sindicato dos Médicos (Simepi) alega que a medida é impositiva e ilegal. Atualmente, todos os servidores do Executivo batem ponto .

“O secretário de Administração está querendo impor um sistema de ponto eletrônico ilegal, sem relatório diário dos trabalhadores e sem nenhuma previsão de hora extra ou banco de horas. Não iremos deixar que precarizarem nossa profissão”, disse a diretora do Simepi, Lúcia Santos.

De acordo com o Sindicato, a aferição do ponto deve ser feita de uma maneira que respeite as especificidades do trabalho médico.

Os profissionais vão se concentrar no dia 17 em frente à Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER) a partir das 7h. Só casos de urgência e emergência devem ser atendidos nos hospitais estaduais.

Além do ponto eletrônico, os médicos reivindicam ainda piso salarial da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), realização de novos concursos públicos e melhores condições de trabalho.

Além da paralisação de advertência, está marcada uma nova assembleia geral extraordinária no mesmo dia para avaliar os rumos do movimento.

Procurada, a Secretaria de Administração ainda não se manifestou sobre o caso.

Cidadeverde