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O número de casos de hanseníase registrou queda de 10% em relação ao ano de 2017 em Picos. Na macrorregião foram registrados durante todo o ano 70 casos da doença e em Picos, 34 casos. O coordenador municipal de Controle à Hanseníase, Gilberto Valentim, alerta que 70% dos casos na cidade estão nas formas contagiosas, segundo ele, cada caso de hanseníase bacelar contamina no mínimo três pessoas.

De acordo com o coordenador, o órgão está conseguindo diminuir a incidência e a prevalência da doença nos pacientes. Até o ano de 2015 o Posto de Assistência Médica de Picos (PAM) tinha uma média de 100 casos por ano, em Picos e macrorregião, devido a unidade ser um centro de referência que faz o diagnóstico e o acompanhamento da doença.

“A gente notou que a partir de 2016 esses casos foram diminuindo, em 2015 nós tivemos 110 casos na macrorregião, já em 2016 nós tivemos 87 e 2017 nós tivemos 98 e agora em 2018, 70 casos. Nós conseguimos diminuir em relação ao ano anterior 30% dos casos da macrorregião para diagnóstico e 10 % dos casos de Picos”, disse.

Uma vez diagnosticada com a doença, o paciente inicia o tratamento, o coordenador explica que a hanseníase é classificada em quatro formas clínica, dividida em dois grupos, paucibacilar com poucos bacilos, o tratamento dura seis meses e multibacilar, com muitos bacilos, o tratamento dura um ano.

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GILBERTO VALENTIM

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