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O dia 1º de outubro entrou para os registros meteorológicos da cidade de Picos como o dia mais quente de 2017, com a impressionante temperatura de 40,7ºC. A informação é do meteorologista chefe da estação do Instituto Nacional de Meteorologia ((INMET) de Picos, Eugênio Lopes, em entrevista exclusiva à Rádio Difusora AM 920 KHz. Na mesmo dia, a umidade relativa do ar caiu para 16%.

Na segunda-feira, 2 de outubro, o calorão continuou e os termômetros marcaram 39,6ºC. Mas, apesar do calor intenso dos últimos dias, o especialista acredita que o B-R-O-BRÓ este ano está menos intenso se comparado a 2016, quando por inúmeras vezes a temperatura alcançou os 40º e chegou à marca recorde de 41,9ºC. “Acho até impossível ser mais quente, até porque, nos últimos anos, em razão das secas, as temperaturas já são extremas”, explica.

O clima quente aliado à baixa umidade relativa do ar provoca consequências na saúde e no bem-estar humano, como doenças cardíacas, alérgicas e respiratórias. “Quando o ar seca dessa forma traz uma série de consequências. A gente sente que o organismo recebeu aquele impacto”, frisa.

A previsão para os próximos dias é de que o calor permaneça intenso na cidade de Picos. Por isso, a receita para conviver com o clima semiárido permanece a mesma: muita sombra e água fresca.

ENTREVISTA: Eugênio Lopes – Meteorologista

 

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